A primeira morte foi registrada no dia 26 de março, em Parnamirim, onde a vítima foi o soldado Jailson Augusto Nascimento, de 43 anos, ele foi alvejado com um tiro no tórax antes de esboçar qualquer reação e a segunda, na noite desta sexta-feira (4), Frederico Ferreira da Silva, de 32 anos, foi morto dentro de casa com tiros no peito quando tentava impedir a ação de criminosos dentro da residência onde morava, em Nova Parnamirim.
Os policiais militares do Estado do Rio Grande do Norte estão vivenciando uma realidade preocupante e sangrenta. Em dez dias, dois PMs foram feridos e outros dois mortos durante assaltos ocorridos na capital e na região Metropolitana, em todos os casos os autores foram identificados.
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Como se já não bastasse o risco evidente e natural que vivem esses homens e mulheres no dia-a-dia de suas ações, os policiais agora parecem cercados e extremamente vulneráveis a cinta violenta que aperta há décadas e sem dó o cidadão norteriograndense. É o que pensa o presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM do RN, Roberto Campos.
“Diante de fatos registrados nos primeiros quatro meses de 2014 podemos constatar que os criminosos definitivamente querem enfraquecer ainda mais a segurança pública do Estado executando seus principais agentes e ferindo com ousadia a honrosa Polícia Militar. O que mais deixa essa categoria e a sociedade como todo, indignados é o silêncio negligente, irresponsável e sólido do governo que não apresenta se quer uma medida paliativa para frear o que se ver, mas muito pelo contrário, nega direitos legítimos como a lei de promoção de praças e permite que se instale o caos nas fileiras da PM”, relatou.
No interior do Estado, onde antes se elegia a paz, hoje está instalado o terror. Nos últimos anos quadrilhas especializadas em arrombamentos de agencias bancárias vem agindo com sucesso ignorando o efetivo pífio e desmotivado da polícia militar. Ignorando não somente, mas humilhando os já humilhados pelo governo. Em 36 meses foram registrados oficialmente 32 assassinatos cujas vítimas eram policiais militares, a maior parte dos casos ainda não foram solucionados.
Fonte: www..acspmrn.org.br
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