Thursday, May 22, 2014

Museu de Londres recebe carcaça mais bem conservada de mamute


Lyuba é um exemplar da espécie que morreu há 42 mil anos, com 1 mês.



Restos mortais foram encontrados congelados na Sibéria em 2007.




O exemplar foi emprestado pelo Museu de Shemanovsky à instituição inglesa para integrar, temporariamente, uma exposição sobre esses animais já extintos (Foto: Matt Dunham/AP)

O exemplar foi emprestado pelo Museu de Shemanovsky à instituição inglesa para integrar, temporariamente, uma exposição sobre esses animais já extintos (Foto: Matt Dunham/AP)






O pesquisador Adrian Lister observa o corpo de Lyuba, um exemplar de mamute, morto ainda filhote, que agora vai integrar temporariamente o Museu de História Natural de Londres. Segundo cientistas, é o mais completo resto mortal desta espécie, já extinta no planeta.




O espécime foi encontrado congelado na Península Yamal, na Sibéria, em 2007. Estima-se que Lyuba, nome derivado da palavra amor, em russo, tenha morrido há 42 mil anos, com um mês de idade. O mamute mede 85 centímetros de altura e 130 de comprimento.




Extintos



Os mamutes apareceram na África há três milhões ou quatro milhões de anos. Há dois milhões de anos, emigraram para Europa e Ásia, e chegaram à América do Norte há 500 mil anos, passando pelo Estreito de Bering.




Para a ciência, continua sendo uma incógnita a causa de seu desaparecimento, que começou há 11 mil anos, quando a população destes animais reduziu drasticamente até a total extinção dos últimos exemplares siberianos, há 3,6 mil anos.




A maioria dos especialistas estima que os mamutes foram extintos devido a uma brusca mudança das temperaturas na Terra, embora há também quem atribua seu desaparecimento ao ataque de caçadores ou a uma grande epidemia.




Do G1
















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