Monday, May 12, 2014

13 de maio: 97 anos da primeira aparição de Fátima







Ao todo, foram seis aparições em 1917: 13 de maio, 13 de junho, 13 de julho, 15 de agosto, 13 de setembro e 13 de outubro.






Lúcia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clarões como de relâmpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena árvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incomparável.




Lúcia (no meio, aos dez anos de idade) e seus dois primos: Francisco (nove anos) e Jacinta Marto (sete anos) segurando seus rosários (fotografia tirada na altura das aparições)

Lúcia (no meio, aos dez anos de idade) e seus dois primos: Francisco (nove anos) e Jacinta Marto (sete anos) segurando seus rosários (fotografia tirada na altura das aparições)






Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.




Sua face, indescritivelmente bela, não era nem alegre e nem triste, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua mão direita pendia um Rosário. As vestes pareciam feitas somente de luz. A túnica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabeça da Virgem Maria e lhe descia até os pés.




Lúcia jamais conseguiu descrever perfeitamente os traços dessa fisionomia tão brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranqüiliza as três crianças, dizendo:




Nossa Senhora: “Não tenhais medo. Eu não vos farei mal.”




E Lúcia pergunta:




Lúcia: “Donde é Vossemecê?”




Nossa Senhora: “Sou do Céu!”




Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?”




Nossa Senhora: “Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma sétima vez.”




Lúcia: “E eu também vou para o Céu?”




Nossa Senhora: “Sim, vais.”




Lúcia: “E a Jacinta?”




Nossa Senhora: “Também”




Lúcia: “E o Francisco?”




Nossa Senhora: “Também. Mas tem que rezar muitos terços”.




Nossa Senhora: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?”




Lúcia: “Sim, queremos.”




Nossa Senhora: “Tereis muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.




Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos, e delas saía uma intensa luz.




Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em silêncio a oração que o Anjo havia lhes ensinado:




As três crianças: “Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”




Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou:




Nossa Senhora: “Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”




Em seguida, cercada de luz, começou a elevar-se serenamente, até desaparecer.
















Fonte: http://ift.tt/RJXnTc



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